ATUALIZAÇÃO PATRIMONIAL DEZEMBRO/2021

  

 

Quadragésima sétima atualização patrimonial do blog.

 


PATRIMÔNIO


IMÓVEL (estimado)..........R$ 500.000,00

LIQUIDEZ DIÁRIA.............R$ 21.619,75

APOSENTADORIA..............R$ 224.351,37

INVESTIMENTOS..............R$ 500.341,54

Renda Fixa........R$ 198.240,19

Multimercados.....R$ 204.474,52

Renda Variável.....R$ 20.031,94

Internacional......R$ 77.594,89


PATRIMÔNIO TOTAL.........R$ 1.246.312,66


INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA

Meu índice pessoal de independência financeira está em 59,68%.

Comentários

  1. Fala JE!

    Parabéns pelo patrimônio! tbm estou na mesma jornada.....2021, ano desafiador não acha??? não foi pra amadores! desculpe perguntar, mas qual a sua faixa etária...se incomodar não tem problema não ....é somente como efeito de conhecimento, pois tenho 4.5 e planejo minha IF até os 5.0.

    Abraço e bom 2022 !!!!!!!!

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    1. Olá, Jeferson! Obrigado pela sua visita! Sou 10 anos mais novo que você. Também planejo minha aposentadoria antecipada para quando chegar aos 50. Pelo meu índice de independência financeira atual, pareço estar muito próximo, mas pretendo ter filhos em breve e minha média de gastos deve aumentar um tanto.

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  2. Ola, Me chamo Bruno! Estava lendo sobre a regra dos 4%. Me baseio na independencia financeira atraves dos proventos dos FIIS. Usando 60% do que receber e reinvestir os 40% dos proventos recebidos. Nao sei se a regra dos 4% se aplica a minha estrategia de independencia financeira. Se possivel gostaria da sua opniao. Obrigado

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    1. Oi, Bruno! Obrigado pela visita!

      Olha, em primeiro lugar, apesar de eu mesmo usar a regra dos 4%, eu sei que ela foi pensada como uma taxa segura de retirada a partir do mercado acionário dos Estados Unidos. No Brasil, um país em desenvolvimento, que tem, em regra, maiores taxas de juros e de crescimento da economia, poderia-se esperar, em regra, um rendimento médio maior e, portanto, esses 4% seriam até mais seguros.

      Maaaaas... isso é uma projeção com base em rendimentos históricos, nada garante que vão se repetir no futuro. É bom ficar atento a questões macroeconômicas.

      Ao menos por enquanto, vou continuar usando a regra dos 4% porque é facilitador matemático. Quando a aposentadoria entrar no horizonte de planejamento, minha ideia é deixar essa projeção ideal de lado e analisar o rendimento efetivo que as minhas aplicações financeiras vem entregando.

      Sobre os FIIs, não acompanho o mercado de perto, mas tenho ideia de que, historicamente, os rendimentos superam com folga os 4%+inflação. Assim, a regra dos 4% seria bem aplicada.

      Mas acho que uma única classe de produtos pode ser arriscada como estratégia de aposentadoria. Alguns eventos podem fazer cair drasticamente os rendimentos de todos os FIIs, como mudanças na estrutura das empresas em direção ao home office (que já estão em curso), fazendo as lajes corporativas bem pouco atrativas; ou, de outro lado, a tributação dos FII (já em discussão), que desabaria os rendimentos líquidos em 27,5% quase do dia para a noite.

      Não entendi se essa estratégia dos 60%/40% é para a fase da acumulação ou para a fase da independência financeira.

      Se for para a fase da acumulação, o ideal seria reinvestir 100% do rendimento. Se você já precisa usar parte do rendimento para despesas ordinárias, isso pode tornar longo demais o percurso até a independência financeira.

      Agora, se essa estratégia for para a independência financeira, aí é uma estratégia bastante cautelosa. Os FIIs distribuem rendimento de aluguel e o principal, em regra, está protegido e acompanha a inflação. Reaplicar 40% dos rendimentos de FII (o mesmo não se aplica a outros produtos!) não é necessário para fazer o dinheiro durar para sempre, isso, na verdade, está fazendo o bolo aumentar cada vez mais. Como eu disse, é uma ideia cautelosa, não vejo problema nenhum dela, só chamaria atenção para um excesso de zelo que acaba deixando a independência financeira quase duas vezes mais difícil de ser alcançada: você vai precisar de um patrimônio que renda quase o dobro dos seus gastos ordinários.

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